Resumo
O presente artigo analisa comparativamente as seguintes plataformas de chatbots aplicadas à saúde digital: Ada Health, Molly (Sensely) e Symptomate. Utilizando uma abordagem exploratória, bibliográfica e com elementos quantitativos e qualitativos, o estudo avalia aspectos técnicos, clínicos e de experiência do usuário por meio de critérios como precisão diagnóstica, conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), satisfação dos usuários, acessibilidade técnica e compreensão de linguagem natural. Os resultados indicam que a Ada Health se destaca pela robustez científica e aceitação do público, a Molly pela abordagem humanizada com avatar interativo voltado ao monitoramento de doenças crônicas, e o Symptomate pela simplicidade e eficiência na triagem inicial de sintomas. A análise revela que, embora os chatbots ampliem o acesso e otimizem o atendimento em saúde, ainda enfrentam desafios relacionados à privacidade, personalização e usabilidade. Conclui-se que essas ferramentas possuem grande potencial para complementar o cuidado médico, desde que sua implementação observe aspectos éticos, técnicos e regulatórios.

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